24 de fevereiro de 2026

NYT Connections Hint - 24 de fevereiro de 2026

Oi, gente! Hoje acordei com aquela neblina típica de quem jogou Connections até tarde e sonhou que Shaw discutia com Chekhov num campo de tartan em plena Escócia. Sério, juro que no sonho o Anton dizia: 'Se houver um revólver na primeira cena, precisa de cálcio nos dentes do ator'. Aí eu gritei 'LASER!' e cá estou, de pijama e meio zonzo, pronto para desvendar a cena de hoje. Peguem um cafezinho (ou um Jim, ninguém julha) e vamos juntos!

Explicações das palavras

  • COWARD

    • Coward é covarde, certo? Mas também é o apelido carinhoso de Noël Coward, o dramaturgo britânico que escrevia comédias tão afiadas que até Shakespeare daria risada de ombro. Quando criança, achei que ele era medroso por causa do nome; hoje sei que ele tinha coragem de fazer a sociedade se ver no espelho.

  • LASER

    • Lembra daquela cena de ficção científica em que um feixe vermelho corta aço? Então, LASER é um acrônimo em inglês para Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation—ou, em bom português: 'luz fazendo coisa de laser'. Brincava de apontar o controle pro gato só pra ver ele perseguir o ponto; hoje uso para apresentações e pra impressionar crianças no natal.

  • SCOTTIE

    • Scottie é aquele cão salsicha dos desenhos? Quase! É o apelido do Scottish Terrier, raça que parece um sobretudo andante. Minha tia tinha um chamado McDuff que lateva para o vento. Também dá nome àquele mascote da escola de Hogwarts, só que no mundo trouxa vira xícara com roupinha de tartan.

  • BONES

    • Ah, os ossos... parte框架 da gente, estoque de cálcio e desculpa esfarrapada pra não ir ao dentista: 'Tá tudo no osso'. Quando moleque, caí da bicicleta e quebrei o braço; desde então respeito cada ossinho que me sustenta. Curiosidade: são mais fortes que o aço, peso por peso!

  • JIM

    • Jim pode ser aquele amigo que sempre empresta lapis, mas também é Jim Beam, o bourbon que tem feixe no nome. Dizem que a receita vem de 1795; ou seja, mais velho que algumas constituições. Nunca esqueço o cheiro de carvalho que impregna a garrafa—é como beber história, só que com moderação, claro.

  • CORAL

    • Coral não é planta, é colônia de minúsculos animaizinhos que secretam carbonato de cálcio—ou seja, constroem prédios submarinos com o próprio esqueleto. Quando mergulhei pela primeira vez, chorei debaixo da água ao ver a cores; parecia céu estrelado de ponta cabeça.

  • BALANCE

    • Balance é equilíbrio, mas também é a trave da ginástica onde atletas fazem pose de super-herói. Tente andar numa dessas: parece fácil até o segundo em que seu tornozelo decide lembrar quem manda. Minha professora dizia: 'Equilíbrio é como vida—caia, mas caia para frente'.

  • CHEKHOV

    • Anton Chekhov, o cara que escreveu sobre tédio e revólveres e ainda assim nos faz refletir. Cursei na faculdade e dormi na peça; hoje releio e entendo: ele colocava o drama dentro da banalidade, tipo quando sua geladeira pifa no domingo. Dica: se aparecer uma arma no primeiro ato, ela vai ter cálcio nos dentes—ops, disparar—no terceiro.

  • THISTLE

    • Thistle é o cardo nacional da Escócia, espinhento que nem argumento de família. Diz a lenda que vikings pisaram nuns desses à noite, gritaram de dor e acordaram os escoceses—salvando todo mundo. Sempre que o vejo, lembro de proteção: às vezes ser espinho é forma de florescer.

  • SHAW

    • George Bernard Shaw era irlandes, mas pegou carona na lista britânica com Pygmalion—sim, a mesma história virou My Fair Lady. Ele criticava classe social antes de viral no Twitter. Li que ele viveu até os 94 anos; deve ter feito uso daquela velha frase: 'Se não for pra mudar o mundo, pelo menos muda o vocabulário'.

  • SHELLS

    • Conchinhas na praia eram meu cofre infantil: cada uma valia um sonho. Na verdade são exoesqueletos de moluscos, feitos de... adivinha? Cálcio! Quando quebramos uma, estamos quebrando uma arquitetura orgânica. E o som do mar dentro dela? É a voz do oceano dizendo: 'leve-me para casa'.

  • TRACTOR

    • Trator é aquele gigante laranja que vira terra como se fosse manteiga. Meu avô tinha um, chamado de 'vrum-vrum'—não tinha nome oficial, só som. O feixe de luz do farol ilumina o campo à noite; parece até LASER caseiro. E o cheiro de diesel? É nostalgia engarrafada.

  • TARTAN

    • Tartan é o xadrez que dá identidade à Escócia. Cada clã tem a sua padronagem; usam como identidade genética tecida. Tente usar calça tartan no Brasil e vão perguntar se você é palhaço; na Escócia, é tradição. Curiosidade: o termo 'plaid' vem de 'plaide', que era tipo manta—andar de colchão na moda medieval.

  • TEETH

    • Dentes são ossos expostos que a gente limpa pra impressionar desconhecidos. São 32 arquitectos que trabalham 24/7 moendo pizza. Brinquei de 'arranca dente de leite com porta'—funciona, mas minha mãe quase desmaiou. E sim, vale o ditado: 'sorriso é cartão de visitas', só não esquece o fio dental.

  • MILLER

    • Arthur Miller, o cara que fez A Morte de um Caixeiro nos fazer repensar o sonho americano. Quando li pela primeira vez, chorei no ônibus—o motorista perguntou se estava tudo bem. Estava, só vendo Willy Loman ser... humano. Miller mostrou que tragédia não precisa de reis; às vezes basta um vendedor cansado.

  • BAGPIPES

    • Bagpipes, ou gaita de foles, é o instrumento que faz até quem não tem ancestral escocês querer usar saia. O som lembra choro de anjo em festa—emocionante e ensurdecedor. Tente inflar um fole: parece que você está abraçando um crocodilo. Mas quando toca 'Amazing Grace', arrepiou até meu cachorro.

Dicas temáticas

  1. ESTRUTURAS À BASE DE CÁLCIO

    • Se imaginar um prato de sopa de minha avó, vai entender por que ela jurava que 'ossos, dentes e mais dois' fazem bem...

  2. SÍMBOLOS DA ESCÓCIA

    • Se você fechar os olhos e ouvir 'whisky' e 'roncada', talvez veja xadrez, plantas espinhentas e um cachorrinho de bolso.

  3. AUTORES DRAMATURGOS FAMOSOS

    • Pensa em gente que faz da vida um palco: dramas, risadas e sempre um terceiro ato cheio de emoção.

  4. ___ FEIXE

    • Pode ser de luz, de whiskey, de ginástica ou até de farol de trator—todos tiram 'um raio' de si.

Explicação das respostas

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  1. ESTRUTURAS À BASE DE CÁLCIO

    :BONES,CORAL,SHELLS,TEETH
    • Sabe quando você sente aquele crac nas juntas? Pois é, tudo cálcio! Ossos, corais, conchinhas e dentes são estruturas que a natureza molda com o mesmo ingrediente que minha vó jogava na sopa pra 'fortalecer'. Corais parecem plantas, mas são animais com esqueleto externo; conchinhas são casas de moluscos; dentes... bom, a gente só lembra deles quando dói, mas são 99 % mineral. E os ossos? São tipo a viga-mestra da gente, só que por dentro. Quatro maneiras diferentes de a vida dizer: 'preciso de cálcio, beba leite!'

  2. SÍMBOLOS DA ESCÓCIA

    :BAGPIPES,SCOTTIE,TARTAN,THISTLE
    • Quando escuto o soar da gaita de foles, imediatamente vejo montanhas verde-jade, neblina e um cachorro-latido chamado Scottie correndo atrás de mim. Tartan é aquele xadrez que parece que a roupa está dançando; thistle, o cardo, é tipo o 'não ouse me tocar' da flora; e Scottie, obviamente, o cãozinho terrier mais charmoso que já usou coleira xadrez. São símbolos que fazem até quem nunca pisou na Escócia suspirar por uma visita.

  3. AUTORES DRAMATURGOS FAMOSOS

    :CHEKHOV,COWARD,MILLER,SHAW
    • A primeira vez que li Tio Vânia chorei; a segunda, percebi que Chekhov estava só de brincadeira com a existência. Já Coward encheu plateias de risos nos anos 30—o cara era a própria elegância em forma de piada. Miller nos faz repensar o sonho americano até hoje, e Shaw... ah, Shaw! O irlandês que deu Pygmalion e ainda meteu bronca na sociedade britânica. Quatro nomes que, se fossem num grupo de WhatsApp, teríamos mensagens do tipo: 'Alguém vai ao Tony Awards hoje?'.

  4. ___ FEIXE

    :BALANCE,JIM,LASER,TRACTOR
    • Foi a categoria que mais me deu nó, até ver 'Beam' e lembrar das aulinhas de física sobre lasers refletindo em espelhos. Aí pensei: se laser tem feixe, porque não Jim Beam? A bebida, o cowboy do balanço (balance beam), e o trator com farol gigante também jogam luz—só que de formas diferentes. Ou seja, são quatro coisas que, no fim das contas, 'emitiem' um feixe: luz, álcool ou simplesmente equilíbrio grudado numa madeira.

Ainda não consigo decidir se hoje foi fácil ou só estava com sorte de ter visto tantos 'feixes' na minha vida. Sempre divirto com essas listras tecidas, com o som dos gaítas a ecoar na memória, e com o cheiro de teatro antigo que paira quando fecho os olhos. Fica a dica: quando bater aquela dúvida cruel, respira fundo, lembra daquele seu professor de biologia falando de cálcio e... tchan! Tudo se encaixa. Até amanhã, galera das palavras: levem seu café, abram o jogo e mandem ver! E se atrapalharem, lembrem-se: até os melhores dramaturgos reescrevem. 😉