19 de fevereiro de 2026

NYT Connections Hint - 19 de fevereiro de 2026

Oiê, pessoal do coração! Hoje acordei cheia de energia disco — talvez porque ontem à noite sonhei que dançava com John Travolta de terno de lantejoula — e quis logo abrir o Connections pra ver se o universo conspirava ao som de Stayin’ Alive. Adivinha? Conspirou mesmo! Tivemos ovos de páscoa convivendo com brasa, e uma dica de cozinha que quase me fez picar o dedo no chopper imaginário. Peguem seus assentos (ou suas pistas de dança), que vamos desvendar essa festa de palavras juntos!

Explicações das palavras

  • PEEPS

    • Os Peeps são aqueles marshmallows de páscoa em formato de pintinho ou coelhinho, cobertos com açúcar cristal e corantes que mancham tudo — inclusive seu dia, se você for sem freio e comer a caixa inteira. Eu adoro, mas confesso que um já me dá dor de barriga; dois, e eu voo igual o próprio coelho pra sala de emergência.

  • POKER

    • Pássaro de ferro que ninguém quer confundir com a ave mesmo: o poker da lareira vira agulha gigante, empurrando tronco pro meio da fogueira. Quando criança, eu achava que era espada — resultou num arranhão e lição de casa dominical: "não brandir acessórios de fogo, please!".

  • DISCO

    • Disco é batida, luz, refrão grudento e gente se achando astro. Quando fecho os olhos, volto pro baile da minha mãe em 78, balão de papel machê e gente de bigode saltando. Ou seja, a palavra é time-machine cultural — e hoje ela iluminou meu tabuleiro de palavras!

  • STU

    • Cara, quase juro que “Stu” era apelido de Stuart na minha turma do colégio... mas não: ele esconde um cozido! Ao dizer em voz alta, vira stew, o guisado da vovó. Quando percebi, dei aquela risada nervosa de quem passou 5 min batendo cabeça pra formar “panela de pressão” no jogo.

  • SHOVEL

    • A pá pequena da lareira sempre me lembra infância na serra: cinzas espalhadas, cheiro de pinho e eu “ajudando” o pai, mas na verdade só empurrando brasa pra todo lado. Mesmo hoje, quando pego a palavra shovel, sinto cheiro de fumaça — e um leve pânico de queimar o tapete novo.

  • BRAYS

    • Quando li brays, ouvi na cabeça o urro do burro da fazenda da minha tia — e, puf, já tava lá o som de braise (refogar). Acho fascinante como cozinha e campo se encontram num simples quatro-letrado; dei até vontade de fazer um pulled pork.

  • BASKET

    • Cesta de vime, cheirando a colônia da vovó e grudando na minha perna toda Páscoa: é isso basket pra mim. Aliás, já perdi tantos ovos dentro dela no caminho da cozinha pro quintal que hoje fecho o cabo com fita crepe preventiva.

  • BELLOWS

    • O bellows é tipo o acordeão miniatura da lareira: fecha, abre, sopra fogo e faz fuuush. Sempre que o uso, finjo estar numa forja medieval criando espada — até minha mãe me lembrar que é só pra atear a lenha de pizza mesmo.

  • BOYLE

    • Ver Boyle estampado me deu flashback de química: Robert Boyle, lei dos gases, tal... mas não! É só boil disfarçado — fervura, baby! Fiquei feliz, afinal, ferver é mais fácil que memorizar PV=nRT.

  • JOHN TRAVOLTA

    • John Travolta é atitude de sobrancelha levantada, dedo apontado pro teto e passo de dança que me faz tropeçar no tapete. Quando vi o nome inteiro no grid, quase pirei: imaginei o terno branco e a luz colorida. Foi amor à primeira... palavra?

  • TONGS

    • A pinça da lareira me salva de queimar a mão — e também serve pra virar carvão de churras, segundo meu tio (não recomendado). Cada vez que leio tongs, lembro do som metálico clang que ecoa quando a solto no chão. Música pra quem gosta de brasa e quase-desastres.

  • DYE

    • Dye me traz trauma de roupa nova manchada: já fiquei com camiseta branca poá roxo porque resolvi ajudar a sobrinha a pintar ovos. Mas admito, o resultado das cascas coloridas é tão lindo que até relevo o prejuízo fashion.

  • PLATFORM SHOES

    • Sapatão de sola grossa que me faz parecer um Robô 70’s — e ainda assim não consigo dançar. Fato curioso: a plataforma surgiu inicialmente pra cavaleiros não afundarem na lama europeia. Ou seja, antes de triunfar na pista, salvava patas de cavalo. Estilo com história!

  • EGGS

    • Ovo é tudo: omelete, pintura, símbolo de vida, desculpa pra comer chocolate. Minha missão hoje foi desvirar meio dúzia na panela depois de resolver o jogo — pura desculpa comemorativa. Ainda bem que eggs cabe tanto na lareira (imaginária) quanto na frigideira.

  • SEER

    • Seer é vidente, ao mesmo tempo que soa exatamente como sear — selar a carne, dourar, caramelizar. Mistério profético no meio da panela: será que estou prever que vou torrar minha bife? Haja fogo controlado!

  • POLYESTER SUIT

    • O terno sintético que brilha sob holofote, gruda na pele e faz fwish-fwish quando você gira. Meu pai tinha um azul-celeste que ele jurava ser “alta-costura”; hoje em dia eu uso nas festinhas temáticas e me declarado rei da pista por 5 min... até o suor me lembrar que poliéster não é amigo de transpiração.

Dicas temáticas

  1. SUPRIMENTOS DE PÁSCOA

    • Pense naquela tarde em que você fica com os dedos manchados de cores e barriga cheia de chocolate: que tal reunir os protagonistas da bagunça?

  2. ACESSÓRIOS DE LAREIRA

    • Imagina que você tá no interior, friozinho de 12 °C e alguém grita “acende a lareira”: quais gadgets surgem junto com as chamas?

  3. ELEMENTOS DE “SATURDAY NIGHT FEVER”

    • Se imagine numa luz colorida, dando passos mirabolantes com roupa que parece de festa espacial. O que você, o astro da noite e o chão da pista têm em comum?

  4. HOMÔNIMOS DE MANEIRAS DE COZINHAR

    • Fecha os olhos e escuta: cada uma dessas palavrinhas escondem dentro delas o barulhinho do fogão. Será que você consegue sentir o cheiro?

Explicação das respostas

Clique para revelar as respostas!
  1. SUPRIMENTOS DE PÁSCOA

    :BASKET,DYE,EGGS,PEEPS
    • Páscoa é sinônimo de cheiro de corante no vinagre, ovos escorregando da mão e brigas de criança por quem ganhou o Peeps rosa mais fofo. Cestinha vazia vira “mochila” de chocolate, o corante dye é o mago que converte oval branco em obra de arte roxa e os ovinhos? Ah, os ovinhos são só desculpa pra gente comer mais doce e fingir que é tradição — e eu adoro! Junte tudo e você tem um festival pastelão que até coelho de verdade aprovaria.

  2. ACESSÓRIOS DE LAREIRA

    :BELLOWS,POKER,SHOVEL,TONGS
    • Lá na sala, a lareira é soberana e esses quatro elementos são seus súditos fiéis. O soprador (bellows) assopra o fogo com aquela gaitada clássica, o poker cutuca brasa como se mexesse um drink, a pá recolhe cinzas impacientes e a pinça... bem, ela salva o dedo do pastel antes de virar churrasco. Juntos, viram time de resgate: operação “Mantenha-se quente, mas não vire estátua de cinza”. Quando decifrei esse quarteto, senti cheiro de madeira queimada — e olha que tava apenas na frente do notebook!

  3. ELEMENTOS DE “SATURDAY NIGHT FEVER”

    :DISCO,JOHN TRAVOLTA,PLATFORM SHOES,POLYESTER SUIT
    • Quem viveu ou reviveu os anos 70 sentiu o cheiro de suor, perfume importado e... sintético! Saturday Night Fever é tipo um manual ilustrado de como arrasar na pista: você precisa da discoteca, da coreografia do John Travolta, um terninho brilhando em poliéster e aqueles malditos sapatos plataforma que deixam qualquer um com 10 cm a mais de autoestima (e 0 cm de estabilidade no tornozelo). A união desses quatro itens é quase um kit sobrevivência pra quem quer fazer o Bee Gees vibrar nas caixinhas de som.

  4. HOMÔNIMOS DE MANEIRAS DE COZINHAR

    :BOYLE,BRAYS,SEER,STU
    • Viram só a sacada genial? Boyle soa como boil (fervura), Brays lembra braise (refogar), Seer dá um sear (selar/torneiar) e Stu... bem, gruda nosso ouvido ao stew (guisar). Quer coisa mais “conexões” do que misturar homônimos temperados? Fiquei feliz como quem abre a panela e sente o cheiro de carne murchando no vinho: a descoberta aqueceu meu cérebro quase tanto quanto o fogo baixo aquece o molho!

Terminei o jogo hoje com um sorriso largo e uma vontade louca de pôr Stayin’ Alive pra tocar no repeat. Foi engraçado ver como uma pá de coisas — literalmente uma pá! — conseguem me teletransportar da Páscoa à lareira e depois pra uma pista de discoteca. Se alguém me dissesse que eu ia rimar “Stu” com “fritar” antes do café, eu teria dado risada; mas é isso que amo no Connections: ele me faz ver sentido no meio do caos e ainda me proporciona um churrasquinho mental de tanta gordura cultural dos anos 70. Até amanhã, galera! Levem seus coelhos de açúcar, guardem as brasas, e quando o funk começar a tocar, you should be dancing, yeah!