23 de abril de 2026

NYT Connections Hint - 23 de abril de 2026

Oi, minha gente! 🎈 Hoje o café estava quente, mas o jogo ficou gelado de tanta memória que precisei descongelar. Sai braçada de palavra meio nada a ver — TOTORO ao lado de WHAMMY? Como assim, Miyazaki brigando com parquinho de game show? Quase pedi ajuda pro meu gato, mas ele só olhou com ar de “se vira, humano”. Foi aí que lembrei do antigo truque mnemônico da minha professora de ciências, a saudosa Dona Lúcia, que batia na lousa: “My Very Educated Mother… just served us nine pizzas!” — só que agora sem a pizza porque Plutão virou planeta-anão e a dieta é low-carb, risos. Preparem os olhos e o coração que hoje tem fronteira de emoção, ficção de lesão literária e oitentista puxando o cabelo de saudade. Bora conferir os caminhos que descobri (às vezes tropeçando, mas chegando)!

Explicações das palavras

  • ASIAGO

    • ASIAGO é um queijo italiano, mas oculta dentro de si a estrela do ASIA (banda). Quando viajei, experimentei o queijo numa rodoviária de Turim e jurava escutar teclado derretendo no rádio. A cura do Asiago é longa, tipo LP dos anos 80: quanto mais tempo, mais groove. E é lindo pensar que em cada fatia há, minúsculo, o eco de “Heat of the Moment” pedindo bis.

  • MOTHER

    • MOTHER é o “M” do famoso macete “My Very Educated Mother”, aquela canção planetária que salvou mil provas de ciências. Cá entre nós: sempre imaginei essa senhora rodando ao redor do Sol com uma bandeja de bolinhos, tipo mãe espacial multitarefa. Ah, e mother ainda carrega aquele quentinho de chamado pra jantar: “Mãe, cadê minha pizza?”, só que hoje é pizza de velocidade orbital. 😄

  • MY

    • MY é o possessivo que inicia o mantra de astrônomos amadores de todo planeta Terra. MY também aparece em “My Boo”, “My Girl”, “My Everything”… enfim, todo mundo gosta de se apropriar de nostalgia. No mnemonic, MY dá o tom de intimidade: os planetas são nossos bebês celestes. E confesso: sempre escrevi “My” com mais carinho por causa daquele abraço cósmico implícito.

  • NEIGHBOR

    • NEIGHBOR é o vizinho dos sonhos: aquele que te empresta açoite de açúcar e fica “do lado” sem ser intruso. Aqui tem a ideia de fronteira, de borda, de território colado. Quando morava em apartamento, minha vizinha batia na parede pra avisar que o pão estava quente: era um “touch” sonoro! Daí a conexão ficou fácil quando percebi que ser neighbor é, literal, tocar de leve na existência alheia.

  • TOTORO

    • TOTORO — ou melhor, TOTO se a gente truncar as quatro primeiras letras — lembra a banda de “Africa”, mas também lembra aquele espírito da floresta felpudo que toca o coração. O filme marcou meu sábado de VHS com pipoca queimada; hoje, quando vejo a palavra, ainda escuto o som da chuva no guarda-chuva de latão. Curiosidade: “toto” vem de “totoro”, que no dialeto rural japonês quer dizer “família”, por isso o bichinho carrega o conceito de vizinhança protetora — coisa de border, sacou?

  • TOUCH

    • TOUCH é beijo de borboleta, é CTRL+C da vida, é o exato momento em que as coisas se encostam e fazem faísca de sentido. Na dica de hoje, toque significa delimitar: “chego perto, mas não invado”. Sempre tive medo de tocar em objetos de museu — aquele “não toque” me persegue — mas aqui, toque é o limite permitido, a fronteira sensível do abraço sem abraçar.

  • WHAMMY

    • WHAMMY é a virada de jogo, o “azar iluminado” que derruba o competidor mas diverte a platéia. Tiramos de WHAM, a dupla do George Michael, ícone de oitenta com calça desfiada. Curioso como um “whammy” carrega energia dançante e trágica — tipo, o cara cai na roleta, mas ao som de sintetizador. E eu sempre achei que Wham inventou a coreografia de pular enquanto se canta, treino de cardio antes de saber o que era HIIT.

  • SKIRT

    • SKIRT é saia, é aba, é contornar como se evitasse poças de chuva. Quando entendi que skirt também pode ser “lateral” ou “beira”, lembrei de correr atrás do ônibus na saia jeans meio rodada — estava literal “skirting” o limite do horário! E tem a idéia de cercar: animais fazem skirt numa área antes de deitar; nós fazemos skirt nas regras do jogo antes de arriscar um palpite.

  • SCIENCE

    • SCIENCE sempre me pareceu feitiçaria com crachá de pesquisador. Entrou na categoria “ficção” fazendo referência a ficção científica, aquele gênero que me levou a montar um sabre de luz com rolo de papelão. Em inglês, “science” soa como trovão de laboratório; em português, ciência abraça o céu. Brinquei de inventor com meu primo usando Coca e Mentos; hoje, toda vez que leio science penso na explosão atras do estande deciência faihaíra!

  • PULP

    • PULP é aquele suco concentrado da literatura — barato, doce, talvez meio artificial, mas viciante como refrigerante. As revistas pulp eram impressas em papel toalha de pão-duro, com títulos escandalosos: “O Vampiro do Espaço Perdeu o Cíliol!” Quando moleque, achei uma pulp num sebo, li sobre robôs atômicos e nunca mais reclamei de capa brochura; o corante da página grudou na minha alma.

  • EDUCATED

    • EDUCATED é o “E” do pacote planetário. Não consigo ouvir sem cantarolar a doce “E” de Erudite na versão em português interno da minha cabeça. A palavra remete a esforço, a diploma pendurado, a mãe orgulhosa comendo o bolo de formatura. E é engraçado como “educated” soa pomposo, mas basta duas sílabas pra gente sentir cheiro de grafite e pão integral na cantina da faculdade.

  • LITERARY

    • LITERARY me lembra cheiro de página antiga e café gelado esquecido sobre o dicionário. É o tipo de ficção que as revistas chamam de “arte”, mas que também serve pra equilibrar mesa bamba. Ja fiz trabalho de escola sobre “literary realism” e chorei no epílogo; hoje, quando reviso, descubro que romance literário é como cobertor de lã: demora pra esquentar, mas abriga pra vida.

  • DEVOTE

    • DEVOTE é dedicar-se, mas também esconde DEVO, pessoal do flowerpot hat. A primeira vez que ouvi “Whip It” pensei: “quebraram o chicote da disciplina!” Devoto é quem entrega o coração; Dev-o entrega syn-pop. E a palavra tem um “vo” que soa como “go” invertido, combina com o conceito de desvio de rota, tipo, “devie do normal e dance”, exatamente o manifesto da banda.

  • VERY

    • VERY é o intensificador favorito de quem não aguenta “muito” sozinho. No mnemônico solar, VERY segura a posição de Vênus, o planeta da paixão — ou do exagero romântico mesmo. Quando escrevo “very happy” lembro que estou aplicando uma camada extra de sentimento, como glacê duplo no bolo. E é gostoso dizer “very” em voz alta; a boca se abre em sorriso forçado, treino de ginga do inglês.

  • HISTORICAL

    • HISTORICAL transporta gente pra rédea de vestido e pólvora. Eu adoro filmes históricos porque consigo usar o binóculo da imaginação sem pagar ingresso. Há controvérsia: “historical” ou “historic”? Pra Oxford, se o fato é velho mas comum, é historical; se mudou o curso da humanidade, entra no hall “historic”. Na falta de máquina do tempo, tá valendo essa fronha de ficção que nos põe no meio da guerra de roses com pipoca moderna.

  • FLANK

    • FLANK vem de “flanco” e sempre me pareceu um corte nobre de carne… mas também é o lado vulnerável de batalhas e sentimentos. Quando o professor pedia “protejam o flank” nos jogos de estratégia, eu imaginava soldados segurando uma gigante fatia de bife como escudo. Hoje, flank é sinônimo de lateral, margem, beira — mais uma pista pra gente chegar perto, mas não invadir.

Dicas temáticas

  1. FRONTEIRA

    • Pense em quem está quase grudado, no limite, na esquina do abraço sem te abraçar — são quatro formas de se dizer “estou super perto de você!”, mas sem invadir a casa. Fica de olho na lateral do campo, na saia da calçada ou na vizinha simpática da janela.

  2. TIPOS DE FICÇÃO

    • Que tal encaixotar estilos de narrativa que nos levam de vestido de época a nave espacial, passando por revista baratinha de banca? São frentes literárias que ou ganham Pulitzer ou ganham marmanjo com revólver a laser na capa.

  3. PALAVRAS DE MNEMÔNICO PLANETÁRIO

    • Lembra daquela dica de colégio pra lembrar quem dança em volta do Sol? Aqui tem a perua-mãe que carrega os filhos planetários no porta-malas da memória. Dica: começa com “M” e faz questão de ser muito culta.

  4. COMEÇAM COM BANDAS QUATRO-LETRAS DOS ANOS 80

    • Preparem-se para viajar de teclado chiclete e cabelo hard rock: cada uma dessas quatro palavras esconde uma super-banda retrô dentro das primeiras sílabas. Se você combinar os primeiros sons, talvez até toque “Africa” na mente!

Explicação das respostas

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  1. FRONTEIRA

    :FLANK,NEIGHBOR,SKIRT,TOUCH
    • Essas quatro palavras são sinônimos elegantes de “estar perto ou ao lado de algo”. FLANK vem do campo militar: soldados protegem o flanco, ou seja, a lateral. SKIRT, além da saia de roupa, significa literalmente “contornar” (quando andamos pelas bordas de um parque, estamos skirting it). TOUCH é aquele “colidinzinho” sutil — basta encostar. E NEIGHBOR é o querido vizinho que mora coladinho. Juntas, formam uma constelação de “quase junto, mas sem invadir espaço”. Eu demorei para encontrar esse grupo porque jurava que SKIRT só podia falar de moda, mas aí lembrei daquelas viagens que passam “na beirada” das cidades — e plin, a luzinha acendeu!

  2. TIPOS DE FICÇÃO

    :HISTORICAL,LITERARY,PULP,SCIENCE
    • Aqui temos quatro gêneros literários que, acredite, já bagunçaram a estante de muita gente. HISTORICAL é aquela saga época-musa de romances com vestidos bufantes e guerras de trincheira. LITERARY soa pretensioso, mas é só o “banquinho de praia das ideias profundas” — histórias que ganham prêmios e fartam biscoito de discussão em clube do livro. PULP nasceu nas revistinhas baratas dos anos 30, cheia de detetives, aliens e capas estaladiças; eu compro quando quero diversão descompromissada, igual saborear bala de tamarindo. SCIENCE FICTION, ah, minha paixão! Nave, robô, buraco de minhoca — tudo vale. A graça do Connections é que misturou o erudito com o pop, provando que ficção não tem de ser casta; pode ser balada interplanetária ou tratado existencialista de quermesse.

  3. PALAVRAS DE MNEMÔNICO PLANETÁRIO

    :EDUCATED,MOTHER,MY,VERY
    • Pronto, se você fritou o neurônio tentando lembrar a ordem dos planetas, a culpa é dessa frasezinha maternal que grudou na mente desde o ensino fundamental: “My Very Educated Mother”. Cada palavra inicial lembra Mercúrio, Vênus, Terra, Marte… e depois vem o cinturão de asteroides, Júpiter, Saturno, etc. Confesso: sempre esqueço Netuno e troco com Urano, mas “MOTHER” na frente me lembra de ligar pra mamãe pedindo socorro astronômico. Quando finalmente cliquei essas palavras juntas, soltei um “aaaah” tão alto que meu gato pulou do sofá. É engraçado como um simples truque mnemônico vira mochila pra vida toda.

  4. COMEÇAM COM BANDAS QUATRO-LETRAS DOS ANOS 80

    :ASIAGO,DEVOTE,TOTORO,WHAMMY
    • Olha só que truque: pegue ASIAGO, DEVOTE, TOTORO e WHAMMY, puxe as primeiras quatro letrinhas e… voilà: ASIA, DEVO, TOTO, WHAM! — quatro bandas fuleiramente inesquecíveis dos anos 80. ASIA tinha teclado épico que me lembra trilha de seriado de sábado. DEVO é o pessoal do gorro de flor, pregando desvio de robotização na MTV. TOTO mandaram “Africa” pra eternidade das karaokês. E WHAM, ah, George Michael balançando o cabelo spray e a calça rasgada — minha mãe tinha um pôster colado no guarda-roupa, jurava que era a foto do primo rico. Quando percebi a pegadinha sonora, quase cantei o refrão inteiro no meio da reunião. Nada como pop oitentista pra desbloquear o cérebro congelado.

Aliás, recomendo: depois que você acertar todas, leia a frase mnemônica em voz alta — “My Very Educated Mother”… parece um mantra de carinho cósmico, né? Dá vontade de ligar pra mãe e agradecer por todas as noites em que ela leu estórias de fadas e robôs pra gente dormir. Já o Totoro… ah, ele continua aquele amigo felpudo que me lembra de que até nas horas mais nebulosas há um gato ônibus esperando pra gente embarcar nas próprias ideias. Enfim, hoje o tabuleiro me fez chorar de rir, suspirar de saudade e, claro, bater continência para o replays das bandas que marcaram minha infântis fitas K7. Até amanhã, conexões! E, por favor, guardem um pedacinho de queijo asiago pra comemorar quando acertarem o quarteto oitentista. Vale muito a pena! 🧀✨